RESENHA | As nove vidas de Rose napolitano - Donna Freitas | @editoraparalela

 


SINOPSE: Quais são as consequências das nossas maiores decisões? Acompanhando Rose Napolitano descobrimos como nossa história pode ser reinventada a cada escolha e, às vezes, seguir rumos que não imaginávamos. Um romance profundo sobre uma mulher que nunca quis ser mãe e as diversas formas com que a vida pode nos surpreender.

Rose Napolitano e Luke estão brigando. Ele prometeu, antes do casamento, que não queria ter filhos, mas mudou de ideia. Ela prometeu tomar as vitaminas para engravidar, mas não o fez. De repente, o casamento dos dois passa a depender de uma única resposta: Rose consegue encontrar dentro de si o desejo de ser mãe?
Ao narrar uma escolha de vida decisiva em nove versões diferentes, Donna Freitas nos leva por todos os caminhos que moldam a vida de uma pessoa, refletindo sobre trajetórias que ressignificam o que é ser mulher. Um romance sobre amor, maternidade, traição, divórcio, morte e sobre como o destino pode interferir em nossos planos quando menos esperamos.


Este livro com certeza é diferente de tudo que você já leu. Donna Freitas criou uma obra impactante sobre maternidade compulsória e as consequências disso sob uma mulher.

Rose Napolitano nunca quis ter filhos e sempre foi muito focada em sua carreira. Seu marido, Luke, sempre disse que também não queria, mas um certo dia, resolveu mudar de ideia e ceder a pressão de seus pais e da sociedade para ter um filho e a partir disso, começa a discutir com Rose, para que ela mude de ideia também e por isso, este casamentos está por um fio.

E se Rose mudasse de ideia? E se não? A maternidade seria um sonho realizado ou um empecilho em sua vida? Isso salvaria seu casamento? Rose começa a se perguntar sobre todas estas possibilidades em nove vidas diferentes, em cada vida, uma escolha e uma consequência..

"Se o amor fosse tudo que importa.
Tontos. Fomos tão tontos"

As nove vidas de Rose napolitano é uma obra forte, que aborda a maternidade de forma crua e real e mostra também como a maternidade compulsória pode ser algo destrutivo não só para a mulher como também para um relacionamento.

Rose é uma mulher forte e determinada que sabe que não tem nada errado em planejar uma vida sem filhos e a sociedade precisa de mais pessoas que entendam que isso não é nada demais e nem torna uma mulher, menos mulher. É só uma escolha.

 Já Luke é um babaca. É incrível como ele conseguiu ser um completo idiota em todas as nove vidas. Um completo babaca que se achou no direito de mudar de ideia depois de casar (sim, peguei um ranço absurdo dele desde o início e depois foi só ladeira a baixo).

As nove vidas de Rose napolitano
aborda a maternidade compulsória de forma clara, impactante e real. Uma leitura marcante que com certeza vale a pena.

Beijos!

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